PRIMEIRA GUERRA MUNDIAL

SERIA A GUERRA PARA ACABAR COM TODAS AS GUERRAS, MAS NÃO FOI EXATAMENTE ISSO QUE ACONTECEU

HIERONYMOS BOSH

UM ARTISTA SURREALISTA EM PLENO RENASCIMENTO

MARTINHO LUTERO

O HOMEM QUE LUTOU POR UMA CAUSA E MUDOU TODA A EUROPA

VIVENDO ENTRE AS FERAS

"DOCUMENTÁRIO" DO DISCOVERY CHANNEL

HIROSHIMA - O DIA SEGUINTE

DOCUMENTÁRIO SOBRE OS MOMENTOS SEGUINTES A BOMBA DE HIROSHIMA

terça-feira, 13 de setembro de 2016

O Egito Antigo


Bom dia!
Estudar o Egito Antigo é uma coisa fascinante. Uma civilização que a milênios teve um desenvolvimento tão grande, no meio do deserto é algo que deixa todos curiosos.
As pirâmides também são alvo de muitos questionamentos. Como poderiam seres tão "primitivos" serem capazes de construir coisas tão grandiosas?
Na verdade subestimamos muito os seres humanos da antiguidade, afinal de contas hoje temos tantas facilidades que dificilmente conseguiríamos nos virar nesse período.
Pra facilitar a compreensão desse ponto da história vou deixar alguns vídeos aqui para vocês assistirem.
Comentem o que acharam!



terça-feira, 23 de agosto de 2016

O que é índice?


Índice, ou sumário, é a enumeração das divisões, seções, capítulos e outras partes do trabalho, seguindo a mesma ordem apresentada no trabalho, isto é, você deverá colocar as partes de seu trabalho e as páginas onde eles se encontram. A construção do sumário é uma das últimas tarefas a serem feitas no trabalho, mas, é a primeira página que vem logo após a capa e contracapa, lembre-se!

Exemplos:





Modelo de capa e contracapa



Bom dia turma!

Estou deixando aqui os links para que vocês possam baixar a capa e a contracapa do trabalho. Não se esqueçam de colocar o tema do trabalho no local correto (substituam a parte que está escrita sobre colocar o tema do trabalho) e também seu nome e série (a parte onde vocês devem colocar o nome de vocês está entre parenteses, mas o nome não tem que ficar entre parenteses, nem a série).

Modelo da capa

Modelo da contracapa



segunda-feira, 23 de março de 2015

Primeira Guerra Mundial


Talvez por ser uma das guerras mais sangrentas do mundo moderno existem poucos filmes e documentários sobre a Primeira Guerra Mundial, ou a Grande Guerra, como chamavam aqueles que a vivenciaram.
Iniciada há quase 101 anos existem pouco registros áudio visuais dela, como filmes e fotografias. E devido a uma pequena participação dos Estados Unidos (se comparada a Segunda Guerra Mundial) falte o interesse em produzir bons filmes ou documentários sobre essa guerra.
Mas garimpando achei dois documentários que valem a pena assistir.
O primeiro retrata a guerra como um todo, produzido pelo History Channel ele conta com depoimentos de sobreviventes da guerra e com imagens de arquivo.



O segundo também foi produzido pelo History Channel e mostra como a revolução tecnológica da Segunda Revolução Industrial foi usada como arma de guerra.

Apesar dele contar com 4 episódios somente esse está disponível no YouTube, os demais existem sites que é fácil encontrar para fazer donwload

sexta-feira, 20 de março de 2015

Filme: Lutero


Como prometido está ai o filme completo com a história do Martinho Lutero. Espero que vocês aproveitem!!!

quinta-feira, 19 de março de 2015

Renascimento


Quando falamos de Renascimento, sempre lembramos de Leonardo da Vinci, Michellangelo, Rafael Sanzio, Sandro Botticelli, entre outros artistas, mas em sua maioria italianos, já que a Itália foi o berço do Renascimento.
Porém esquecemos de que houve um forte movimento também na região dos Países Baixos. Um dos principais artistas foi Hieronymus Bosch, que apesar de usar várias técnicas renascentistas, tem sua arte mais próxima ao surrealismo do século XX.
Sua obra mais famosa é o Jardim das Delícias, que tem claramente uma ironia no nome da tela. Vale a pena procurar outras obras desse pintor fantástico, que antes mesmo de Martinho Lutero, já expunha a contrariedade as posições da Igreja Católica.


quarta-feira, 18 de março de 2015

Vivendo entre as feras!


Olá turma!!
Dia desses prometi que iria colocar o vídeo de um filme chamado A Guerra do Fogo, procurando esse vídeo descobri que o YouTube tirou do ar o filme inteiro e tem apenas alguns trechos e trailers do filme.
Para compensar achei um bom documentário da Discovery Channel que recria a vida dos primeiros hominídeos que passaram na Terra.
Como ele foi todo feito em computação digital e isso já tem alguns anos, para nosso ponto de vista hoje em dia (visualmente falando) ele é meio mal feito, mas a pesquisa feita para ele é muito boa e vale a pena assistir!


quarta-feira, 22 de outubro de 2014

Hiroshima: o dia seguinte


Olá alunos!
Domingo enquanto eu zapeava pelos canais da TV tive a oportunidade de assistir um documentário incrível que vou dividir com vocês.
Prestem bastante atenção nos relatos das pessoas que viveram a bomba na cidade japonesa de Hiroshima.


Socialismo Científico


Na Europa do século XIX surgiu uma teoria que propôs uma nova forma de conhecimento da realidade e de ação efetiva da classe trabalhadora. Seu principal articulador foi Karl Marx que, em colaboração com Friedrich Engels lançou as bases do socialismo científico, através das obras: Manifesto Comunista (1848), Contribuição à Critica da Economia Política (1859) e O Capital (1867).
Fazendo uma analise da realidade social em que viviam, Marx e Engels perceberam que ela era dinâmica e contraditória. Enquanto o avanço técnico permitia o domínio crescente sobre a natureza, gerando o progresso e o enriquecimento de alguns homens, a classe operária era cada vez mais explorada, empobrecida e afastada dos bens materiais de que necessitava para viver. Portanto, era fundamental estudar os fatores materiais (econômicos e técnicos) e a forma como os bens eram produzidos, para poder compreender a sociedade e explicar sua evolução.
Pelo trabalho, o homem transforma natureza, produzindo bens para atender a suas necessidades. Nesse processo de produção de bens, as pessoas estabelecem relações entre si. As relações estabelecidas entre os proprietários dos meios de produção (terra, matérias-primas, máquinas e instrumentos de trabalho) e os trabalhadores são chamadas relações sociais de produção.
De acordo com o pensamento de Marx e Engels, portanto, é preciso analisar o conjunto das forças produtivas (terra, matérias-primas, máquinas, mão de obra, técnicas de produção e instrumentos de trabalho) para entender as relações que os homens estabelecem entre si durante o processo de produção de bens.
Para Marx a base econômica da sociedade (a infraestrutura) determina a superestrutura, que corresponde à organização jurídico-política (Estado, Direito, etc) e à ideologia (formas de consciência social como a filosofia, a religião, a moral, as ideias científicas e artísticas). A este conjunto formado por infraestrutura e superestrutura, através do qual se pode conhecer como as forças produtivas se organizam em determinadas relações de produção, num dado momento histórico, Marx chama de modo de produção. O modo de produção , portanto, constitui um todo interiormente equilibrado, no qual as relações de produção correspondem necessariamente às formas produtivas.
No modo de produção capitalista, duas classes sociais básicas se opõem: os proprietários dos meios de produção (burguesia) e os que possuem apenas sua força de trabalho (proletariado). A luta entre essas classes vem se verificando desde o momento em que a burguesia, como classe dominante, forjou e impôs seus instrumentos de dominação: o Estado burguês, o Direito burguês e a ideologia burguesa, em todas as suas formas.
Os capitalistas – minoria proprietária dos meios de produção – exploram a maioria operária, obrigada a vender sua força de trabalho em troca de um salário. Todavia, este salário é muito inferior ao valor produzido diariamente pelo trabalho operário. Essa diferença a mais, apropriada pelos patrões, chamada por Marx de mais-valia, constitui a base essencial da acumulação do capital.
Portanto, os interesse das duas classes sociais básicas, dentro do modo de produção capitalista são irreconciliáveis, gerando a luta de classes. Para reverter esse processo, a classe trabalhadora, subjulgada e explorada, deveria atacar a burguesia naquilo que constitui a base da sociedade burguesa, isto é, o sistema de produção capitalista. Para tanto, o proletariado deveria organizar-se em sindicatos e partidos políticos trabalhistas e revolucionários atingindo assim a consciência de classe, pois somente desse modo teria condições de conquistar o poder e destruir o Estado burguês.
Como resultado desse processo global de mudança, o capitalismo seria substituído pelo socialismo, baseado na propriedade social (e não privada) dos meios de produção. O socialismo possibilitaria alcançar a fase do comunismo, no qual deixariam de existir as classe sociais e o próprio Estado.
Esta teoria sobre as leis do desenvolvimento social, organizada por Marx e Engels, recebeu o nome de materialismo histórico e lançou as bases de uma análise científica da evolução das sociedades humanas.

PAZZINATO, Alceu Luiz e SENISE, Maria Helena Valente "História Moderna e Contemporânea" Editora Ática, 1995 São Paulo 9ª Edição, pág 179-180

segunda-feira, 8 de setembro de 2014

Revolução de 1930


Olá alunos!!
Assistam esse documentário, muito importante para o entendimento da Revolução de 1930

Deixem comentários!!!

terça-feira, 2 de setembro de 2014

Jogo: Independência do Brasil


Olá alunos!
Vou lançar um desafio a vocês das 7ª series (8º anos).
Aqui em baixo vou deixar um link de um jogo sobre a Independência do Brasil e quero saber o que vocês acharam dele e como se saíram nas perguntas!

Jogo da Independência

segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Hino da Independência


Vocês sabiam que existe um hino da Independência?? Ele foi escrito por Evaristo da Veiga e sua música é uma composição de Pedro I (sim, o Imperador Pedro I)
Que tal dar uma olhada na letra e acompanhar a música? Deixe suas dúvidas sobre o hino nos comentários!!!



Hino da Independência 
Letra: Evaristo da Veiga / Música: Pedro I


Já podeis, da Pátria filhos,
Ver contente a mãe gentil;
Já raiou a liberdade
No horizonte do Brasil.

Brava gente brasileira!
Longe vá... temor servil:
Ou ficar a pátria livre
Ou morrer pelo Brasil.

Os grilhões que nos forjava
Da perfídia astuto ardil...
Houve mão mais poderosa:
Zombou deles o Brasil.

Brava gente brasileira!
Longe vá... temor servil:
Ou ficar a pátria livre
Ou morrer pelo Brasil.

Não temais ímpias falanges,
Que apresentam face hostil;
Vossos peitos, vossos braços
São muralhas do Brasil.

Brava gente brasileira!
Longe vá... temor servil:
Ou ficar a pátria livre
Ou morrer pelo Brasil.

Parabéns, ó brasileiro,
Já, com garbo varonil,
Do universo entre as nações
Resplandece a do Brasil.

Brava gente brasileira!
Longe vá... temor servil:
Ou ficar a pátria livre
Ou morrer pelo Brasil.

Qual é a origem da suástica, o símbolo nazista?


Não se sabe exatamente qual foi o povo que usou esse sinal pela primeira vez, mas é certo que ele tem origem muito antiga, de pelo menos 5 mil anos. A palavra em si vem do sânscrito svastika, que significa "condutora do bem-estar". Conhecida como símbolo de boa sorte pela maioria das culturas, a suástica ornamentava as moedas da Mesopotâmia 3 mil anos antes de Cristo e também aparecia na arte de povos como os bizantinos e os primeiros cristãos. Os índios maias, da América Central, e os navajos, da América do Norte, também a retrataram - e ainda hoje ela continua a ser usada como símbolo de fortuna pelos hindus. Existem dois tipos de suástica: uma com os braços virados em sentido horário, outra voltada para o sentido oposto. Essa última, tida como noturna, seria usada em rituais de magia negra. A primeira - considerada um símbolo solar e, portanto, diurno - é a da boa sorte.
Quando foi fundado o Partido Nacional-Socialista alemão, em 1920, a suástica solar foi adotada como seu emblema principal por sugestão do poeta Guido von List. Com o fim da Segunda Guerra, em 1945, o símbolo foi oficialmente aposentado, mas continua sendo usado por grupos neo-nazistas.
Exemplos de outras suásticas

Suástica Nazista (perceba que ela é invertida)

quarta-feira, 27 de agosto de 2014

Pintura: Independência ou Morte




Quadro do pintor Pedro Américo - Independência ou Morte

A tela foi encomendada por D. Pedro II ao pintor Pedro Américo e foi pintada em 1888, 66 anos após a Independência. Em 1822 o pintor nem era nascido.
O quadro mede 4,15 metros de altura e 7,60 metros de largura e ocupa uma sala do Museu Paulista (Museu do Ipiranga) dedicada exclusivamente a ele.
O quadro também é conhecido como "O Grito do Ipiranga".
Existe uma série de equívocos nessa pintura, pois Pedro Américo não presenciou a cena e fez o quadro com sua imaginação.
Que tal agora vocês participarem e buscarem quais são as "falhas" do quadro. Deixe sua opinião nos comentários!

terça-feira, 26 de agosto de 2014

Filme: A Onda 2008


Olá alunos!
Faz tempo que não escrevo por aqui, mas vamos tentar manter uma nova forma de diálogo por aqui para complementar nossas aulas.
Para as turmas das 8 séries A e B passei um filme, A Onda, de 2008, porém nem todos assistiram o filme inteiro, por isso estou disponibilizando aqui para que vocês possam ver e elaborar a resenha.
Filme: A Onda

terça-feira, 19 de março de 2013

África Colonial



Como estamos falando sobre o Imperialismo é necessário entender a Partilha da África. Países europeus se reuniram em uma conferência, a Conferência de Berlim, e dividiram os territórios africanos entre eles.

Para ilustrar isso estou colocando um mapa com as divisões entre os países europeus e a legenda, exatamente como eu havia pedido pra fazer no caderno.


segunda-feira, 4 de março de 2013

A Segunda Revolução Industrial



Esse post é voltado para os alunos da 8ª serie.

Pra entender o imperialismo é muito importante entender a Segunda Revolução Industrial, mas o que é a Segunda Revolução Industrial??

Lá pela metade do século XIX a Europa fervia, os europeus estavam se achando os melhores do mundo (e até eram viu, nem vou mentir pra vocês), as fábricas produziam a todo vapor. Inglaterra, França, Belgica, Holanda, Alemanha e Itália eram os países que estavam mais industrializados e isso até se espalhou chegando nos Estados Unidos e no Japão.

E ai você me fala: “Professora, você falou, falou e não disse nada... Faz o favor de explicar o que é essa tal de Segunda Revolução Industrial.”

Vou sim gente, calma ai!

Conforme a produção ia crescendo ia crescendo também o consumo e com o consumo aumentando precisa-se aumentar a produção, sim é o que chamamos de circulo vicioso, uma coisa alimenta a outra, então pra aumentar a produção o vapor não adiantava mais, era preciso algo que fizesse com que as máquinas andassem mais rápido, foi ai que começaram a desenvolver máquinas movidas a eletricidade, que moviam as máquinas muito mais rápido que o vapor e davam uma vantagem muito grande, já que as fábricas não precisavam mais ficar coladas com rios ou locais onde tivesse muita água.

Outro combustível utilizado nas fábricas foi o petróleo, que é um óleo super energético, que só existe em altas profundidades da Terra. E foram essas duas fontes de energia que causaram a maior revolução, que até hoje geram impactos na nossa vida.

Foi nessa época que se inventou o telégrafo (um sistema concebido para transmitir mensagens de um ponto para outro em grandes distâncias, utilizando códigos para a rápida e confiável transmissão. As mensagens eram transmitidas através de um sistema composto por fios.) em 1837, a fotografia em 1839, o telefone em 1861-1876, o fonógrafo (é um aparelho inventado por Thomas Edison para a gravação e reprodução de sons através de um cilindro Ele foi o primeiro aparelho capaz de gravar e reproduzir sons) em 1877, o automóvel em 1885, o cinema em 1895 e o avião em 1903-1904.

Graças a essas invenções e essa Revolução você hoje vai no cinema no fim de semana, ouve música no seu celular e vai de carro até o aeroporto pegar um avião para viajar nas férias de dezembro.

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

O Polegar Opositor


Hoje mais cedo estava conversando com os alunos do 1ºC e acabei lançando uma perguntinha para eles: "Qual a principal diferença entre o Homem e o macaco?" Alguns falaram que era o cérebro, ouvi até que eram as orelhas, mas todos esqueceram de um pedacinho muito importante, o polegar opositor.
A nossa especie não se tornou o que é hoje do dia pra noite, a evolução foi aos poucos, como sempre é. Ficar de pé só foi possível pelo fortalecimento dos tornozelos, pelo alinhamento dos joelhos e pela consolidação da bacia. A caixa craniana também cresceu, para dar espaço para um cérebro maior, com "maior capacidade de armazenamento".
Mas o que foi mesmo fundamental para o desenvolvimento do homem foi o deslocamento dos polegares nas mãos, formando quase uma pinça, que tornava possível pegar objetos pequenos com maior precisão e com isso transformar a natureza a seu favor, criando ferramentas como machados, lanças, etc.

Até a próxima!

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Primeira aula!


Olá queridos alunos!
Essa será mais uma forma de nos comunicarmos.
Nem sempre eu consigo passar pra vocês todas as curiosidades ou boas Histórias, então esse blog servirá pra gente conversar, pra tirar dúvidas da máteria, pra eu passar dicas de bons filmes.
Não se preocupem nenhum conteúdo aqui será cobrado nas avaliações, mas vai ajudar e muito nas aulas!

Boas aulas!
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